Something\’s burning [or a fancy name for Esturrico]

Outubro 19, 2006

Costeletas de porco fritas

Filed under: Chef Convidado,Pratos de Carne — by miguelmadeira @ 12:34 pm

Provavelemente fascinadas pelas minhas habilidades culinárias, as autoras convidaram-me para partilhar uma das minhas receitas.

Assim, venho expôr a minha receita para confecionar um prato que suspeito muita pouca gente sabe fazer (e no sub-grupo dos homens sozinhos, então, deve ser um prato praticamente desconhecido): costeletas de porco fritas, acompanhadas com batatas fritas:

Ingredientes

2 ou 3 costeletas (conforme o tamanho)

sal

alho em pó

margarina ou banha

batatas para fritar

Preparação

1º temperar as costeletas, com algum sal e bocadinho de alho

2º acender a frigideira de batatas e jogar lá para dentro um pedaço de batata

3º quando a batata começar a ferver no óleo, pôr as outras batatas a fritar

4º por a margarina ou a banha na frigideira e acender (com o bico do fogão entre o mínimo e o máximo), e ir mexendo a margarina/banha

5º quando o fundo da frigideira já estiver engurdurado, pôr as costeletas

6º ir virando as costeletas para aí de 3 em 3 minutos (e, claro, ir vigiando as batatas)

7º quando suspeitar que as costeletas já estão boas, fazer um corte numa delas – se ainda tiver sangue, esperar mais um bocado, caso contrário é sinal que já está pronto

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14 comentários »

  1. 😀 Muito bem!

    Comentar por Elise — Outubro 19, 2006 @ 1:10 pm |Responder

  2. Interessantíssimo!!! 🙂 🙂

    Comentar por Áurea Ponte — Outubro 19, 2006 @ 1:25 pm |Responder

  3. O meu marido só sabe fazer esparguette com atum. O MM bem pode continuar a publicar receitas destas! 😀

    Comentar por Elise — Outubro 19, 2006 @ 1:38 pm |Responder

  4. boa miguel! agora quero uma sobremesa! [ligeiramente mais elaborada que o boca doce :P]

    Comentar por aLaíde Costa — Outubro 19, 2006 @ 2:51 pm |Responder

  5. Faz água na boca.

    Comentar por Barão da Tróia — Outubro 19, 2006 @ 3:24 pm |Responder

  6. Miguel, é preciso usar costeleta de porco capitalista (são mais molinhas, fruto do enriquecimento sem esforço), ou um qualquer porco de aviário serve? 😀

    Comentar por AntónioCostaAmaral (AA) — Outubro 19, 2006 @ 6:15 pm |Responder

  7. “agora quero uma sobremesa! [ligeiramente mais elaborada que o boca doce :P]”

    A única sobremesa que eu sei fazer é fruta – imagino que um post a explicar como descascar uma pêra esteja abaixo do nivel de elaboração do boca doce.

    Comentar por miguelmadeira — Outubro 19, 2006 @ 6:44 pm |Responder

  8. Salada de fruta? :mrgreen:

    Comentar por Elise — Outubro 19, 2006 @ 9:36 pm |Responder

  9. Eu nem costeletas fritas enm esparguete com atum.

    Sou uma verdadeira miséria nesse departamento: limito-me a pré-cozinhados no micro-ondas.

    Pior ainda: se estiver envolvido no que estou a escrever e for um texto longo, frequentemente esqueço-me (literalmente) de comer e só dou pelo esquecimento quando me começo a sentir mal.

    Deprimente, now that I think about it…

    Comentar por AAA — Outubro 20, 2006 @ 3:12 am |Responder

  10. “2 ou 3 costeletas (conforme o tamanho)”

    conforme o tamanho de quem?

    Comentar por jmnk — Outubro 20, 2006 @ 10:31 am |Responder

  11. “conforme o tamanho de quem?”

    Mais exactamente, o número de costoletas a fritar (N) deve seguir a fórmula

    N = T1^2/(51,6*T2), arredondado ao inteiro mais próximo

    T1 – tamanho do consumidor, em cm
    T2 – tamanho médio das costeletas, em cm2

    Comentar por miguelmadeira — Outubro 20, 2006 @ 6:07 pm |Responder

  12. “Miguel, é preciso usar costeleta de porco capitalista (são mais molinhas, fruto do enriquecimento sem esforço), ou um qualquer porco de aviário serve?”

    Para responder a essa questão, antes é necessário aprofundar a problemática sobre se os porcos constituem uma “classe” capitalista, ou apenas um “estrato social” burocrático – penso que a obra teórica de Snowball contêm algumas reflexões a esse respeito.

    No entanto, posso dizer que, numa relação qualidade-preço, acho o preço que os latifundiários alentejanos (e a burguesia comercial) exigem peloscamponeses das suas herdades demasiado caro e que não vale a pena.

    Comentar por miguelmadeira — Outubro 20, 2006 @ 6:33 pm |Responder

  13. […] Esta é uma receita muito simples, mas que faz um grande grande sucesso em qualquer jantar. Para além de ser uma óptima opção para aproveitamento daquela fruta mais madura. Ideal para quem não sabe fazer sobremesas mais elaboradas do que descascar uma pêra! […]

    Pingback por Banana no forno « Something’s burning [or a fancy name for Esturrico] — Outubro 31, 2006 @ 10:37 pm |Responder

  14. Fiz como consta e saiu m. bem. Gostei. É uma receita simples sem arabescos culinários e com o resultado final m bom.
    Parabéns

    Comentar por António José — Maio 6, 2012 @ 11:19 am |Responder


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